
Salve, ratos e traças! Estamos de volta para a alegria dos que tem paciência. Especialmente hoje trouxemos uma pessoa da granja (Guilherme Maldonado) para falar sobre tudo que anda Overrated na cultura pop, seja filmes, games, bandas, personagens e personalidades! Não deixem de passar lá no Frango Fino e ouvir o podcast deles!
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Tamanho: 29,7 mb
Duração: 63:13
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10 Comentários


maio 23rd, 2013
Engavetados


Vejo com bastante cuidado as recentes notícias que a mídia mainstream adora veicular sobre a atual pujança econômica tupiniquim. Imunidade à crise internacional, índices de desenvolvimento humanos disfarçados, estrangeiros vindo ao país em busca de empregos, sétima economia do mundo… Tudo isso se dilui quando se dá uma volta pela periferia de qualquer grande cidade brasileira, em especial quando se está em uma capital nordestina.



Em 1990 o diretor holandês Paul Verhoeven adaptou para o cinema um dos contos do famoso escritor de ficção científica/tecno-thriller Philip K. Dick, desembocando em um dos filmes mais estranhos da carreira de Arnold Schwarzenegger. Tínhamos violência, sexo e uma pitada de bizarrice bem no estilo Verhoeven, e o filme chamava bastante atenção pelos efeitos visuais. Não se pode, contudo, esperar a mesma pegada em O Vingador do Futuro (Total Recall/EUA, Canadá/2012), refilmagem capitaneada por Len Wiseman (da série Anjos da Noite), diretor bem mais afeito ao visual clean e bem menos desbravador que o holandês.

Tenho que dizer, logo de início, que acho muito cedo para um reboot da série de filmes do Homem-Aranha vir à tona. E não adianta falar que a Sony precisa fazer um filme de tempos em tempos, se não perde os direitos de exploração da imagem do “amigo da vizinhança” no cinema, e blá, blá, blá… Os filmes de Sam Raimi ainda estão muito presentes no senso comum da cultura pop, e mesmo tendo derrapado feio na última parte da trilogia, é possível afirmar que o diretor obteve sucesso na empreitada. É nesse clima que chega aos cines O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man/EUA/2012), filme que surge com um objetivo bem específico: arrebatar uma borbotada de crianças aos multiplexes e fazer os pais gastarem muita grana com brinquedos licenciados. 




