Tomo RPG: o cenário Forgotten Realms

Bem vindos a Faerûn, uma terra de magia e intriga, violência bruta e compaixão divina, onde deuses ascenderam e morreram, e poderosos guerreiros se ergueram para lutar contra monstros aterrorizantes. Aqui, milênios de guerra e conquista moldaram dezenas de culturas únicas, ergueram tanto reinos brilhantes como impérios tirânicos, e deixaram, há muito esquecidas, ruínas infestadas de horror em seus caminhos.

Definitivamente meu mundo favorito de D&D, e o maior e mais complexo cenário de campanha de todos os rpgs de fantasia: Forgotten Realms, que recentemente avançou para uma nova etapa, com a quarta edição de D&D.

UMA TERRA DE MAGIA

Quando a deusa da magia foi assassinada, uma praga de magia de fogo azul – a Spellplague – varreu a face de Faerûn, matando alguns, mutilando muitos, e imbuindo muito poucos com incríveis habilidades sobrenaturais. A Spellplague mudou para sempre a natureza da própria magia, e semeou a terra com maravilhas escondidas e monstruosidades descomunais.

O novo sistema de ‘poderes’ é minha parte favorita da nova edição, completamente diferente dos sistemas anteriores. Eles fizeram com o que jogo fique mais dinâmico, tentando reproduzir um combate mais real, que nunca é estático, ao contrário de como funcionava nas edições antigas. E também permitiram uma maior customização dos personagens.

UMA TERRA DE ESCURIDÃO

Faerûn enfrenta uma legião de ameaças. Exércitos de mortos-vivos em Thay sob o comando do brilhante, porém louco rei lich Szass Tam. Traiçoeiros elfos negros tramam no Underdark a serviço de sua cruel e instável deusa, Lolth. A Soberania Abolethic, uma aterrorizante colmeia de senhores de escravos desumanos, flutua acima do Mar das Estrelas Caídas, espalhando caos e destruição. E o Império de Netheril, armado com magia de poder inimaginável, perambula Faerûn em fortes voadores, semeando discórdia para seus próprios fins incalculáveis.

É um novo mundo de aventuras, o perigo é bem maior, é uma nova jornada, com novas emoções, mas ainda temos que pe… brincadeira. Mas falando sério, todo o mundo foi remodelado, esse império de Netheril tinha sumido há séculos, o lugar que ele ocupou era um deserto, e agora virou uma floresta. Antigos lugares com caras novas, novíssimos monstros, em número muito maior.

UMA TERRA DE HERÓIS

Mas Faerûn não está sem esperança. Heróis emergiram para lutar contra a crescente onda de escuridão. Rangers carregando cicatrizes de batalhas trazem suas lâminas entalhadas para suster hordas de saqueadores orcs. Humildes ratos de rua combinam forças com demônios para decidir o destino de cidades*. Inescrutáveis warlocks tieflings se juntam a ferozes elfos guerreiros para chover ferro e fogo em inimigos monstruosos. E valentes servos de deuses misericordiosos eternamente combatem a escuridão.

Agora os personagens podem ser muito mais únicos, com o sistema de builds aliado ao de poderes. Também há agora a opção de trocar os talentos e habilidades conforme se avança de nível, caso o jogador não tenha gostado.

UMA TERRA DE AVENTURAS INCONTÁVEIS!

O que está em itálico eu traduzi, melhor seria adaptei, de uma “propaganda” no primeiro livro dos romances de Drizzt Do’Urden para a história da quarta edição de Dungeons and Dragons. O livro, Neverwinter, também é o nome do futuro MMORPG baseado nas novas regras e no novo mundo. A tradução direta do inglês ficava muito feia, por isso muita coisa é adaptada, e obviamente discutível.

*Lowly street rats match wits with demons for the fate of cities. — Essa foi a mais difícil de todas, pois além da frase fazer pouco sentido, match pode ser tanto num sentido cooperativo quanto em um competitivo.

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9 Comentários para “Tomo RPG: o cenário Forgotten Realms”

  1. Nathaly disse:

    Eu só jogo se for em Forgoten. Não adianta vir com outro cenário, não rola! Agora, eu não gostei da 4 edição, na verdade, de nada da 4 edição. Eu e meus amigos continuamos jogando na 3.5. Acho que gosto de ser clássica.

  2. Goldfield disse:

    Já joguei só 1 aventura em Forgotten. De todas as outras foi no Dragonlance, ou cenário próprio. Forgotten é um mundo que queria conhecer mais. Espero ainda fazer isso jogando.

    Sou que nem a Nathaly. Ainda não abandonei o 3.5, hehehe.

  3. Aiken Frost disse:

    Já joguei uma campanha inteira em Forgotten Realms, do 4° nível até os nossos personagens virarem deuses (Mirumoto Saito, Deus do Heróis e da Honra foi o meu personagem) e apesar disso, continuo achando Forgotten um cenário completamente genérico e sem sal.

    Quanto à sistema de jogo, eu abandonei o 3.5… Em prol do Pathfinder! Quem gostava do D&D e odiou a 4E deveria experimentar Pathfinder. É a mesma coisa que o 3.5, mas com vários dos problemas corrigidos e com um equilíbrio maior entre as classes. Eles até fizeram o Monge não ser uma porcaria! Pra quem quer conhecer: http://www.d20pfsrd.com <- Aqui tem TODO o material Open Game do Pathfinder.

    Ah, e um detalhe: a imagem que está no topo do artigo NÃO PERTENCE a Forgotten Realms. Aquela imagem é de Golarion, o cenário oficial do Pathfinder.

    • Diego Flyfish disse:

      Disfarça, ficou legal. Hahaha

      • Aiken Frost disse:

        Ah, se foi você que fez a edição da imagem então tá de boa. Um leigo não saber disso é compreensível.

        • Diego Flyfish disse:

          Sem contar que quando coloca Forgotten Realms no google, aparece aquela imagem! Sacanagem hehe… Mas sou leigo mesmo, o único cenário oficial que joguei até hoje foi Tormenta com o velho 3D&T (essa abreviação não faz sentido rs).

          De Forgotten, só joguei games eletrônicos, como Baldur’s Gate, Icewind Dale e suas continuações.

    • Anderson Borge disse:

      Genérico… talvez por ser o mais famoso cenário, mas realmente prefiro outros cenários, apesar de gostar da história de forgotten.

      quando a 4 edição de D&D… sempre que sai uma edição nova existe a mesma discução. até que as pessoas (ao menos a maioria delas) se rende ao novo sistema e gosta. pq a 4 edição muda a concepção do jogo, mas não quer dizer que seja ruim é apenas diferente. gostei muito de como ficaram o clérigo e o Bardo na 4 edição, sem falar no spellcasters
      agora todos participam mais da batalha e tals. e um jogo que conseguiu focar ao msm tempo bem nas interpretações. mas nem por isso deixo de gostar das outras. deem uma oportunidade joguem umas 3 ou 4 campanhas que provavelmente vão gostar

    • Lucas disse:

      Sem sal? E mesmo assim você jogou 40 níveis nele …

      As imagens ficaram lindas, o Diego é ótimo em escolha e edição de imagens!

  4. Lauro disse:

    pathfinder é como sexo sem camisinha, falei

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