Gavestúdio – Mute Math

Photobucket

Fala aí galera depois de uma longa pausa entre minhas matérias aqui estou eu de novo, Anderson Borges, em letras pretas e fundo branco.

Bom durante a minha pausa estive envolvido com a gravação do CD da minha banda, e é claro estudando e buscando mais conhecimentos musicais. Em minha busca uma das perguntas que surgiram foi: “O rock está morto?”. Essa pergunta me intrigou durante algum tempo. De fato, não se tem bandas de rock no mainstream a algum tempo, mas logo ao fazer uma pesquisa concluí que: ele não morreu, apenas tirou férias, trocou de roupa, emprestou algumas coisas e já ta voltando. E para provar isso, hoje eu vou falar sobre a banda Mute Math.

Photobucket

A única coisa que falta para essa banda são palavras para descrevê-la (não estou brincando). Alguns já devem ter ouvido falar da banda, pois eles tem uma música na trilha de um dos filmes da saga Crepúsculo e em Transformes também.

A Grande diferença do Mute Math para as demais bandas é a forma como eles manipulam os timbres e demais efeitos. Os quatro rapazes da banda estão mais preocupados em obter uma sonoridade singular geral do que uma sonoridade singular nos instrumentos, quero dizer, que cada instrumento é muito bem trabalhado dentro de seu contexto para que somado aos demais se obtenha o som geral esperado e isso vai desde a escolha do amplificador da guitarra à bumbo da bateria. É possível notar também fortes influências de outros estilos musicais. Quando perguntado sobre essa característica da banda Paul Meany (vocal) respondeu: “culpo os últimos quarenta anos de música”. A banda flerta diversas vezes som sonoridades mais antigas, porém, re-contextualizadas, o que gera um som totalmente novo.

Além da sonoridade singular há também o emprego de técnicas nem um pouco ortodoxas, tais como, tocar teclados com os pés ou de cabeça para baixo, desmontar a bateria e cada um tocar uma parte, usar seus pedais de efeitos para produzir sons bizarros, usar instrumentos demasiadamente estranhos, batucar os suportes dos microfones, e por ai vai. Outra característica muito marcante é a energia que a banda passa quando toca ao vivo, é realmente um show, a interação com o público é ótima. Claro que ainda são uma banda de rock, então, destruir as coisas ainda faz parte do show, e é ótimo ver os músicos realmente interpretando as músicas. Espero que gostem da dica.

Banda:

Paul Meany – Vocal e Synth

Greg Hill – Guitar

Roy Mitchell-Cárdenas – Basses

Darren King – Drums

Lastfm

MySpace

 

Deixe um comentário, ou trackback para o seu site.

4 Comentários para “Gavestúdio – Mute Math”

  1. Rafael Reaper disse:

    Curti o som dos caras bem “diferente” doque agente ta acostumado a ver … kkkkk realmente o rock emprestou emudou hehe … vlw pela dica .. gostei do clipe “Backfire” ..
    ^^

  2. JB disse:

    Um amigo indicou e eu ouvi, ouvi até gostar! Os caras são gênios!

Comenta aí, traça!

Powered by WordPress | Free T-Mobile phones at BestInCellPhones.com. | Thanks to Verizon Wireless, Facebook Games and The diet solution