Análise: A Paixão de Cristo

Saudações, pessoas! Aproveitando o feriado, venho fazer uma análise de um filme apropriado para a ocasião. A Paixão de Cristo do, já estabelecido como “herói oficial” do Gaveteiro, Mel Gibson. Dá o play!

Ficha Básica
Direção:
Mel Gibson
Ano: 2004
Gênero: Drama
Duração: 127 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos

———
– Todas
as cenas do filme são marca registrada de seus proprietários.

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9 Comentários para “Análise: A Paixão de Cristo”

  1. sayuri disse:

    Gostei do filme e da análise. =)

  2. Fábio disse:

    Não assisti o filme ainda. Na época que estava passando nos cinemas, velhinhas saindo chorando das salas não eram uma boa propaganda.

    • Vivi disse:

      Que isso menino! Se as velhinhas estavam chorando, quer dizer que o filme era bom! Afinal, é uma história conhecidíssima, principalmente pelas velhinhas…rs E se o filme as fez chorar, era indício que a história tava bem contada…XD

  3. Tarta disse:

    Muito legal essa análise fly.

    Assisti esse filme quando lançaram no cinema, mas assis em casa pq sou rato de internet.

    Mas gostei muito desse filme. Achei que a Paixão de Mel, como foi apelidado na epoca, é um filme que retrata de forma real, e se posso dizer cientifica o que aconteceu com Jesus.

    Acho q foi a cena de tortura mais chocante do cinema. Jesus apanhou muito e rola muito sangue mesmo. E eu penso que é daquele jeito mesmo que se fica quando se é assoitado com um chicote de flagelos. Bem diferente do q agente costuma ver nos filmes que passam na tv na semana santa. Mostra uma feridinha no joelho, outra no cotovelo, parece mais que Jesus caiu de bicicleta.

    Tb tem detalhes no filme que salvo engano o filme é todo falado em Hebraico, e tb gostei muito da fotografia.

    E Fly acho q vc teve essa impressão no final do filme, pq o proprio Mel Gibson não queria dar o toque mágico, que tem nos milagres e na ressureiçao. Então penso que aquela foi a melhor maneira dele não ser mal interpretado de novo. Afinal de acordo com a Biblia ele teria que mostrar Jesus subindo de corpo e alma para os ceus.

    • Diego Flyfish disse:

      Não digo que teria que ser mágico, mas teria que causar impácto no expectador, entende?

      Por exemplo, há relatos históricos (não sei bem dizer se vi isso na Bíblia ou em outro lugar) que pelos romanos já souberem de boatos que o tal Jesus de Nazaré iria ressucitar no domingo (hoje xD), eles mandaram vários soldados vigiarem a entrada do túmulo para evitar que algum seguidor roubasse o corpo e forjasse a ressurreição. Acontece que quando esses soldados viram a pedra do túmulo começando a mexer sozinha, todos se cagaram de medo e abandonaram os postos. Isso seria uma coisa que eu gostaria de ver. Ou até mesmo a já clássica cena de Maria Madalena vendo Jesus… Ia ser um ótimo final, um close nos olhos de Monica Bellucci, não acha? rs

      Uma coisa que comentei na gravação original, mas decidi tirar para que a análise não ficasse muito grande, foi a questão da violência também… Apesar de muita gente ter criticando, alegando ser violência gratuita eu não concordo com isso… Violência gratuita são as sequências de Jogos Mortais (não o primeiro) e a série Albergue. Paixão de Cristo é um filme violentíssimo, PORÉM, não é gratuito… Mas também acho que é forçar a barra colocar a censura 14 anos. Deveria ser 18.

  4. Anderson Borges disse:

    Muito boa, gostei do filme pq eles mostraram uma forma humana e reailsta, não sempre aquela coisa sobrenatural que os outros filmes mostravam

  5. Gabriel teixiera disse:

    pois é, eu nunca gostei de filmes religiosos pq todos os q eu assistia os protagonistas eram santos imortais perfeitos, esse filme fez juz a biblia pq jesus nao era nenhum santo ou algo maior, e sim um humano q em situaçoes como essa entrao em espiral

    fly é foda 🙂

  6. Suzana disse:

    Olá Flyfish,
    Visitando seu site pela 1ª vez.
    Gostei de seu comentário sobre o filme A Paixão.
    No meu ponto de vista, Mel Gibson, quis enfatizar a paixão de Cristo, sua entrega, sua dor, enfim, todo seu sofrimento, não era sua intenção trabalhar a ressurreição, por isso o nome ‘A Paixão”.
    Abraço.

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