Crítica: Rio, de Carlos Saldanha

Carlos Saldanha teve sua primeira chance como diretor principal de uma grande animação há 5 anos, com A Era do Gelo 2. Parceiro de Chris Wedge no comando da Blue Sky Studios, Saldanha, fanático por animações e efeitos visuais (que, essencialmente, são animações também) consegue casar o comercialmente viável com uma homenagem à sua cidade natal em Rio (EUA/2011). Animação divertida, Rio estabelece de vez a excelência da Blue Sky em termos técnicos, porém, os filmes do estúdio ainda carecem da ambição narrativa presente em seus principais concorrentes, como a Pixar/Disney, ou até mesmo a DreamWorks Animation.

É contada a história de Blu (Jesse Eisenberg), arara azul criada com todo o conforto e mimo por sua dona Linda (Leslie Mann) no frio estado americano de Minnesota, até o momento em que aparece Tulio (Rodrigo Santoro), um pesquisador de aves brasileiro que precisa trazer Blu ao Rio de Janeiro para acasalar com a arara azul fêmea Jewel (Anne Hathaway), visto que ambos os pássaros são os últimos da espécie. Já no Rio, como diria o locutor da Sessão da Tarde, os pássaros viverão aventuras alucinantes, envolvendo contrabandistas de aves, carnaval, passeios de asa delta, micos e quantos clichês cariocas mais vocês desejarem.

Os clichês, bastante debatidos durante a fase de divulgação do filme, não são um problema, no meu ponto de vista. Além de nada pejorativo ter sido mostrado (na verdade, muito do que poderia ser apresentado sobre a realidade do Rio de Janeiro foi omitido), não se pode esquecer que é um filme produzido com foco no mercado internacional, e apresentar elementos familiares ao espectador gringo pode ajudar a vender o filme.

Apesar de em geral ser divertido, e em muitos momentos fofo, Rio reflete uma visão de trabalho da Blue Sky, presente em todas as animações do estúdio, que a impede de se tornar a empresa capaz de rivalizar com a Pixar. O fato é que parece não haver muito esforço dos roteiristas em realmente agradar aqueles que não são mais crianças pequenas, ou seja, que querem algo além de bichinhos fofinhos e bonitos. Não que o filme chegue a ser chato, ou mesmo bobinho demais, mas fica aquela sensação de que ficam faltando ganchos narrativos mais elaborados, bem como piadas que não apelem tanto para o visual apenas, como no caso dos trejeitos engraçados dos passarinhos Nico (Jamie Foxx) e Pedro (Will.i.Am).

Apesar desses problemas, Rio oferece alguns momentos realmente divertidos e empolgantes. Saldanha e o time de animadores investem no que realmente sabem fazer: cenas de ação com 3D calibrado. Como já mencionei em outras críticas, a Blue Sky é o estúdio de animação que explora de forma mais competente os efeitos em terceira dimensão, e em Rio não é diferente. A paleta de cores do filme também é de encher os olhos, vide as sequências de abertura do filme e a que apresenta uma perseguição em pleno desfile de carnaval na Marquês de Sapucaí.

Mais um ponto positivo para a dublagem brasileira do filme. A dublagem em português, realizada em um estúdio também do Rio de Janeiro, procurou inserir algumas gírias cariocas no texto, na medida do possível. Fato interessante que ocorreu foi que entrei no cinema para uma sessão dublada, porém, logo no começo, o funcionário do cinema cometeu um erro e iniciou a projeção com uma cópia legendada. Algumas pessoas, mesmo sem ter filhos pequenos, levantaram e foram solicitar que a projeção fosse dublada. Ou seja, os filmes dublados não são tão marginalizados como muitos pensam…

Feijão com arroz falta a Blue Sky se o estúdio almeja ser tão grande quanto a Pixar, ou ter seus filmes como objeto de culto, como algumas produções da DreamWorks. Mas nem por isso Rio deixa de ser um filme simpático, e uma homenagem carinhosa de Carlos Saldanha para com a cidade onde nasceu.

Notas (numa escala de 0 a 5):

Imagem: 5

Som: 5

Geral: 2.5

*Imagens:  MSN Movies UK

**Trailer:

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36 Comentários para “Crítica: Rio, de Carlos Saldanha”

  1. Manu Agra disse:

    Parabéns pela crítica Fábio, to com vontade de ver mas acho que não no cinema. Acho que não é por ser filme dublado é que animação é sempre melhor dublado que legendado, justamente porque eles inserem alguma gíria como você falou ou algum outro elemento que deixa o filme mais divertido e mais a cara do público que está assistindo.

  2. Fábio Nazaré disse:

    Obrigado Manu! Sim, dublado em português é quase sempre legal, mas também curto ver a dublagem original também para comparar.

  3. Márcio disse:

    Manu, vale a pena ver no cinema em 3D. As imagens são lindas…

  4. Laila disse:

    Fabio sua crítica foi ótima.
    Assisti o filme no cinema e achei muito bom.
    Só que eu algumas partes mostra o “crime” no Rio de Janeiro e colocam isso como ponto pricipal no filme, isso eu não gostei.
    Fora isso , as imagens são ótimas. Vale a pena assistir sim no cinema.

    • Fábio Nazaré disse:

      Oi Laila, que bom que você gostou. Então, o submundo mostrado é o do contrabando de animais. De fato, em um filme para crianças, abordar mais que isso pode ser proibitivo, até em termos de classificação indicativa. Mas assim como você, penso que vale sim ver no cinema.

  5. GIL disse:

    RIO,14/04/2011

    PARABÉNS , CARLOS SALDANHA PELO FILME . É REALMENTE MARAVILHOSO. COLOCOU O RIO COM MUITA GRAÇA . FICO FELIZ QUE UM CARIOCA AME TANTO ANIMAÇÃO COMO A CIDADE . PARABÉNS !!! SE O CARIOCA NÃO LUTA PELA CIDADE E NÃO DIZ AO MUNDO QUE TEMOS A MELHOR CIDADE DO MUNDO !!!! O QUE PENSAR MAIS . ADOREI O FILME REALMENTE MARAVILHOSO!!!

  6. Acabei de ver o filme,e um filme maravilhoso, o desenho que encanta adulto e criancas naturalmente,o desenrolar da acao perfeito,o tema bem colocado,dificil as vezes nao se emocionar,o 3D muito a ver com o novo seculo uma profusao de cores nunca vista ,nota 1000000000000……….

  7. JCastro disse:

    Eu estou simplesmente apaixonada pelo filme e cada vez mais fascinada pelo direitor. Carlos Saldanha é brasileiro, formou em Ciência da Computação assim como eu, mas depois direcionou para a sua verdadeira paixão: mestrou em arte e fez uma especialização em animação digital na School of Visual Arts (NY). Logo chamou a atenção da Blue Sky pelo seu talento e resultou nisso: co-direção de A Era do Gelo I, direção de A Era do Gelo II e III e, por fim, esse filme maravilhoso: Rio.

    De um modo geral, eu acredito que ele tenha mostrado muitas coisas boas do Rio, até mais do que eu mesma mostraria (morei muitos anos lá e talvez existam mais críticas do que elogios no meu ponto de vista), a história também é muito bacana e a animação nem se fala, maravilhosa!

    Eu discordo que esteja faltando arroz com feijão para a Blue Sky concorrer com as grandes empresas. Acho, muito pelo contrário, que a Blue Sky está chamando a atenção do público e se destacando cada vez mais, considerando, por exemplo, a trilogia A Era do Gelo.

    Bom, eu sou apaixonada por animação, muito do que eu disse também é sentimento, então como crítica pode até não ser tão relevante assim. Mas posso afirmar que as obras de Carlos Saldanha tem alimentado, e muito, essa paixão que existe dentro de mim. E isso se concretizou, sem dúvida, assistindo ao filme Rio.

    • Fábio Nazaré disse:

      Ótimo comentário JCastro. De fato, penso que em termos de roteiro o filme deixa um pouco a desejar. Tecnicamente falando, o filme é impecável. Isso faz até um certo sentido, visto o background de ciências exatas de Carlos Saldanha. Coisa parecida aconteceu, por exemplo, com George Lucas, que por incrível que pareça só virou cineasta para poder financiar seu grande sonho, que era construir a ILM. Mas como eu disse, o filme está longe de ser ruim, e os roteiristas fizeram um genuíno filme para a família, e isso não pode ser desprezado de modo algum.

  8. lacerda disse:

    olha ao assistir o filme achei sim chato, nao tem personagens marcantes e piadas intilegentes bem desenhado e tal Mais falta ROTEIRO DE HUMOR MAIS ELABORADO o diretor na minha opiniao fez um pessimo trabalho em era do gelo 3, e repete os mesmos erros em rio é muito fermento pra pouco conteudo, chato monotono acho que a animaçao vc ja foi a bahia da disney de sei la quando( antes de cabral) e mais engraçada e marcante, aprendam um pouco com shrek, e o proprio era do gelo 2, em fim na minha opiniao ( que por um acaso nao vale de nada) ficou mais um filme bem produzido e mal roteirado, que pena.

  9. Célio disse:

    engraçado, assisti o filme pela primeira vez, e achei apenas um bom filme, mas não achei espetacular, mas parece q o filme me contaminol de uma certa maneira, ficou alguma espécie de paixão pelo filme na minha mente, q pareceu ir crescendo, e não resisti, e terminei indo ver o mesmo filme novamente.. Os críticos vêem e avaliam o filme em seus detalhes,.. mas o público em geral, ve o filme como um todo,.. e pelos comentários mundiais q ja traduzi, estão sendo contaminados pelo filme tambem como eu.. rsrsr ..com certeza até o final daz axibições, sera mais um campeão de bilheteria.. e com certeza será no mínimo uma trilogia.. umm abrass a todos

  10. Carlos França disse:

    Assisti ao filme ontem. Confesso que minha expectativa era alta. Uma bela animação, sem dúvida. O 3D fascinante. A tecnologia ajuda o filme a parecer maior do que realmente é. Triste ver como um brasileiro conta a história de seu país. Aliás, de sua cidade natal. A ação dos macaquinhos, por exemplo, fazendo graças para os turistas e roubando-os, é desoladora. Nâo que eu ignore a realidade, mas é algo que, igualmente, existe em outros países, inclusive, Estados Unidos, onde o Blu residia com a Linda. No entanto, os brasileiros somos especialistas em mostrar e enfatizar nossas mazelas. Coisa de país de terceiro mundo com crise de identidade. Sonhemos para que, até 2014 e 2016, evoluamos, ainda que um pouquinho, no aspecto da autovalorização.

    • Fábio Nazaré disse:

      Oi Carlos, ótimo comentário. Contudo, penso que não foram enfatizadas mazelas, o filme de Saldanha, penso eu, foi até bem condizente com o que se espera de um filme que, entre outras coisas, deve incentivar o trismo no país. Tenho visto a crítica bastante dividida, uns amam, outros odeiam. Pessoalmente, acho que é um filme válido e bem divertido, acho que devemos esquecer um pouco do “ser brasileiro” e apenas se divertir. O filme não que ser mais que isso, uma boa diversão.

    • JaneteDoro disse:

      Concordo contigo Carlos. O filme se foi direcionado para “crianças” está induzindo uma má formaçao da identidade dos brasileirinhos.
      Ele aponta a maioria dos brasileiros que aparecem no filme como maus elementos, inclusive entre os personagens animais, ladrõesinhos no pão de açucar, ajudantes dos traficantes e corruptíveis. Aparecem apenas 2 personagens adultos que são de boa índole e uma minoria de animais com boas intenções. A personagem, que mais se esforça para salvar Blue e a parceira de serem traficados e conseguirem perpetuar a espécie, é americana. Isso é pra acabar com o pouco que resta de dignidade dos brasileiros. Se mais produçoes assim continuarem a ser exibidas para os brasileiros apenas vamos continuar com nosso complexo de vira-latas e vamos continuar a dizer amém aos estrangeiros quando aqui aportarem e, quando formos para o exterior, continuaremos a ser ignorados ou enxotados, como acontece em casos que ficamos sabendo através do noticiário.

  11. Célio disse:

    Observo, q vários brasileiros encucaram, lamentando com os micos que furtam no filme,.. pelo amor de deus gente. o mundo inteiro sabe, que esses micos seja qual for o pais q eles estejam, eles furtam mesmo, principalmente alimento das pessoas. fiquem tranquilos, isso só enrriqueceu o filme com boas risadas. que complexo é esse, e se não mostrasse favelas, o Rio seria muito criticado no mundo,.. iriam dizer “esse Rio não existe” apeser de eu achar um ótimo filme, eu achei, e muitos criticos americanos acharam q carlos saldanha poderia ousar mais, mas com certeza, Rio2, vira com muito mais ousadia com certeza. pq alguns erros sarão corrigidos. finalizando filme perfeito ñ existe.. me ajude ai Fábio Nazaré, vc parou de comentar os comentarios.. rsrs t-mais

    • Fábio Nazaré disse:

      Heheh, meu caro Célio, concordo com você. Moro no Rio e tem uns micos bem agressivos, já acostumados com as pessoas dando comida para eles, rsrs. O filme tem ido bem nas bilheterias americanas, segundo fim de semana em primeiro lugar. Isso deve render continuações, e Saldanha terá a chance de ousar um pouco mais, se assim o quiser.

  12. ANDRÉ disse:

    O desenho, ainda que tecnologicamente seja interessante, é muito chato, agressivo com o país e com o seu povo, além de ter momentos que são claramente inspirados no 1º Madagascar e também no Fantasia (a cadeira do “chefe” dos macacos, a dança das aves por exemplo).

    Pelo filme, o Rio são as favelas, as crianças abandonadas e os pequenos criminosos (os macacos ladrões de turistas).

    Para não mostrar menores infratores, o autor os transformou em macacos e o líder (o chefe) é uma ave de rapina.

    O Rio é a terra do carnaval e no qual todos liberam suas alegrias (a médica/dentista do nerd principal que passa sambando em sua frente), os ladrões trapalhões que adoram o carnaval e o que de fato queriam era desfilar com suas fantasias de ave.

    Além disso, é politicamente correto, e muito apropriado sendo o filme passado no Rio, elogiar o movimento GLBT, seja pelo uso de um cachorro e um marmanjão que adoram usar enfeites de Carmem Miranda e rebolar.

    As ONGs devem adorar a “crítica” ao contrabando de aves etc.

    Enfim, é um desenho colorido e barulhento, mas chato, que se pretende crítico, mas é de uma crítica tola e vazia e, o que é pior, tão caricato do Brasil quanto os filmes da Carmem Miranda e/ou os desenhos do Zé Carioca.

    Podíamos ficar sem ele.

    • Fábio Nazaré disse:

      Oi Andre, penso um pouco diferente, mais uma vez, não é o foco do filme fazer críticas sociais ou whatever; isto cabe a Tropa de Elite e seus pares. Claro, há algumas alegorias, mas sempre sutis. E veja, o “mocinho” brasileiro do filme, quer queira quer não, é um cientista. Quantos brasileiros ligados à ciência você vê em filmes de Hollywood? Tenho para mim que há acertos grandes, que sobrepujam os problemas. Contudo, tens uma opinião bastante válida. Abração!

  13. mari kirsner disse:

    Realmente, nao consegui me desvencilhar do “”ser brasileira”…por que o q se refere ao povo é
    pejorativo?
    realmente temos inumeros problemas de ordem social, porem, achei desnecessario um DESENHO INFANTIL fazer deste seu mote…

  14. Adriane disse:

    O único aspecto positivo substancial que demonstrou-se no filme quanto ao Rio de Janeiro foram as paisagens, no que se refere à cenografia e, ao enredo, o fato de o cientista preocupado em salvar a espécie pertencer ao Brasil. De um modo geral, o filme faz questão de acentuar os estereótipos de que brasileiro só gosta de samba, carnaval e futebol de uma forma inconsequente e caótica. Ponto que achei extremo foi no final, quando o “Blu” – ave americanizada (por assim dizer) – disse que o Samba não passava de um batuque “tico tico ti, tico tico tá”, que era sempre “a mesma coisa”. É clara a crítica negativa sobre a nossa cultura musical. Em outro momento, o ladrão, no exercício de seu ‘trabalho’, em perseguição à Blu, pára em frente a uma televisão num bar e torce pro Brasil desconsiderando tudo que fazia anteriormente. Hipnotizado. Sinceramente, o caos das ruas paralizadas, das pessoas semi-nuas cantando e dançando freneticamente, o jeitinho brasileiro de resolver os problemas… tudo isso foi, de forma pejorativa, expressa (e muito claramente) no filme. O fato de um brasileiro estar na produção traz a expectativa de expor os pontos positivos do País, claro que não da forma inglesa de que tudo é perfeito, mas de uma forma condizente com a realidade dos fatos. Temos que parar de aplaudir por inércia eventualidades como essa; não é porque teve dedo de brasileiro no filme que faz deste um referencial representativo da nação. Muito porque este é um Estado que não forma cidadãos, sequer, cientes da história dele, muito menos com sentimento nacionalista. Fiquei muito triste ao sair da sessão. “Perdi meu tempo e dinheiro”. Se já viu, reveja sobre olhar mais crítico, se ainda não, procure não assistir no cinema e terminar com minha mesma sensação; essa é meu sincero ponto de vista.

    • Fábio Nazaré disse:

      Hum… Revi o filme hoje, minha opinião continua a mesma. Penso que há muitos extremos nas análises que tenho lido de de Rio. Tampouco é um filme maravilhoso, mas também está longe de representar pejorativamente a cidade (ou os brasileiros, se preferir). Claro, é um direito seu odiar o filme (eu odeio muitos outros rsrs), mas neste caso específico, acho um pouco exagerada sua análise crítica. E olhe que sou uma pessoa meio ranzinza qando se trata de cinema hehe. De qualquer forma estou gostando do debate que está se estabelecendo aqui, gostaria que fosse sempre assim em todas as críticas :).

  15. Adriane disse:

    Deu a entender que eu pedi para que você (Fábio) revisse o filme, né? Desculpe. Não penso que você fosse argumentar sobre algo que já não lhe fosse certo. Quis deixar minha opnião como um conselho a quem lê. Mas, então, não odiei o filme, não; mas claro que fiquei (vê-se) muito insatisfeita nesse aspecto que apresentei sobre a estereotipação. Bem, eu não conhecia seu espaço aqui e tenho a dizer que curti bastante, é uma boa iniciativa 🙂 Creio que acompanharei suas análises posteriores. Parabéns! Abraço

    • Fábio Nazaré disse:

      Oi Adriane, estou sempre apto para novas opiniões, quantos filmes a gente muda de ideia depois de alguns anos né? Bem, espero que seja assídua por aqui, também temos outras sessões, como o podcast Gavestática. Seja bem-vinda e um forte abraço!

      • luciana disse:

        chatérrimo o filme, saí na metade da sessão. nem as crianças no cinema pareciam estar gostando do filme. só vi o povo saindo ou dormindo.

  16. Célio disse:

    meu caro Fábio, blz?? já to ansioso p/ver, Velozes e Furiosos5, vou ver em primeira mão na sexta.. vc tem muito talento nas críticas, aguardo sua crítica no FastFive, eu tambem farei a minha.. já há rumores na imprença, q denigre a policia carioca, que não acrescenta nada ao Rio,. mas o diretor respondeu bem.. dizendo que ele não veio fazer um documentário do Rio, e sim um filme.. bom vamos ver ..logo q assistir estarei postando meu ponto de vista por ai.. té mais fábio,. responde ai..

    • Fábio Nazaré disse:

      rsrs, prezado célio, obrigado pelos elogios. Não sei quando sairá a crítica de Fast5, pois estarei viajando semana que vem e só Deus sabe quando verei o filme. Mas assim que eu ver estará no ar para debatermos. Só espero boa ação, nada além.

  17. Célio disse:

    Olá Fábio,.. eu sei q o espaço aqui é do filme rio,.. mas permita-me uma breve crítica ao filme “VELOZES 5, OPERAÇÃO RIO”
    É QUEBREI A CARA COM “VELOZES 5” JÁ ESTAVA PREPARADO P/ SUPER CRITICAR O FILME DE FORMA NEGATIVA POR RUMORES Q TINHA LIDO,.. MAS QUANDO O ASSISTI.. QUE SURPRESA.. “UM DOS MELHORES FILMES DE AÇÃO QUE JÁ VI” ACERTARAM A VEIA MESMO, CLARO QUE TEM SUAS FALHAS, EX: DIZER Q A POLICIAL ÉRA A ÚNICA NÃO CORRUPTA NO RIO, ACHEI DESNECESSÁRIO, E ALGUMAS COISINHAS MAIS,.. MAS DEFEITOS QUE SE TORNARAM INSIGNIFICANTES PERANTE OS PONTOS POSITIVOS DO FILME.. ME DESCULPEM “ CAPITÃO NASCIMENTO E ZÉ PADILIA, PQ DEVEM ESTAR COM UMA INVEJINHA DA DAR DÓ..KKK MAS OS NORTES AMERICANOS SEMPRE DÃO UM BANHO NO QUESITO FILMES Q ARRECADAM MILHÕES,.. CREIO QUE O BRASIL, PARA PRODUZIR FILME ASSIM.. QUEM SABE DAQUI UNS DEZ ANOS E OLHE LÁ,.. ACHO Q O DOM DO BRASIL É MAIS PARA NOVELAS MESMO.. ASSISTI O “VELOZES 4” NÃO GOSTEI,.. SÓ ASSISTI O V-5 PQ ÉRA OPEREÇÃO RIO. E ACHO Q VALEU CADA CENTAVO Q GASTEI.. E TAMBEM MOSTROU UM RIO DE JANEIRO REAL COM SUAS MAZÉLAS,. MAS TAMBEM SUAS BELEZAS NÃO FORAM ESCONDIDAS… EU SEI QUE O FILME VAI TOMAS MUITAS CASSETADAS DA CRITICA,.. MAS ACREDITO O LADO POSITIVO DAS CRÍTICAS SERÃO MAIORES… O FILME É PURA TESTOSTERONA.. RSRS SÓ ME RESTA DIZER UMA PALAVRA AOS PRODUTORES.. “ PARABENS”

  18. João Cintra disse:

    Apesar de ser um ótimo filme,mostra muitas coisas negativas em relação a bandidagem e tráfico e que os macacos roubam ouro ao invés de coisas tolas e a parte que pega + “pesado” é nomear o filme como “Rio”dando impressão errada e somente da parte negativa aos espectadores do filme que não conhecem a cidade

  19. maarcos juan disse:

    não gostei das criticas direito as pessoas falam parecendo bobocas kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,ouve uma falha no sistema tchau feiosos

  20. clara disse:

    isso e muito chato

  21. leticia disse:

    não gostei do filme e muito infantil

  22. Tay disse:

    Ai gente, pelo amor de Deus. Vamos levar as coisas na esportiva.
    Mostra tráfico e criminalidade? Claro que mostra, mas o autor e o diretor conseguem mostrar isso de maneira divertida e menos agressiva. Não condiz com a realidade? Gente, é um filme de animação. Você queria o quê? Eu achei o máximo eles exaltarem a alegria da cidade. Tudo bem, nós paulistas não vivemos carnaval. Mas no Rio o clima é totalmente diferente, sim, do resto do país. E se o filme estiver errado, me perdoem, mas TODAS AS NOVELAS BRASILEIRAS estão também e quase ninguem reclama. Parem de ser chatões, todos os filmes americanos também mostram criminalidade, tráfico e outras maneiras agressivas que existem em TODOS OS PAÍSES. Parem de fazerem de vítima do próprio país, nosso país e o Rio como o filme retratou tem sim, seus problemas, mas também tem muitas e muitas coisas lindas e isso não deixa que o povo brasileiro fique abatido. Brasileiro adora falar mal do próprio país como se nenhum fosse pior, mas quando fazem alguma piada dele todo mundo se sente atingido. E pior, foram piadas tão tranquilas e selvagem que nem vale a dor de cabeça de vocês. Eu adorei o filme, minha prima de 9 anos também e minha mãe, vó e toda família amaram. É diversão pra qualquer idade com incrivel trilha sonora, gráficos incriveis e um cenário maravilhoso. E quanto a eles só falarem em inglês no filme, ÓBVIO gente, o filme foi feito nos estados unidos, imagina que maçante pra uma criança americana ter que ver o filme todo em português com legendas em inglês? ninguem merece, né? Adorei o Rio e que venha RIO 2.

  23. Tay disse:

    Opa, acabei de ver que no meu comentário acima tinha “piadas tão tranquilas e selvagem” .. não sei de onde eu quis colocar esse SELVAGEM, mas desconsiderem por favor.
    E só mais um adendo, é muito legal o cientista da história ser um brasileiro, e eu estou apaixonada pelos personagens, principalmente o cachorrinho Luís. =D

  24. Apaixonado disse:

    Tenho um papagaio desde os 4 anos de idade (hoje tenho 25) e me identifiquei e me emocionei demais neste filme pois, mesmo sendo uma menina a protagonista, ela, assim como eu, cresceu na companhia de seu fiel amigo como apresenta no começo do filme as fotos nostálgicas que imortalizaram a pareceria entre a personagem e a arara azul. As cenas em que a arara se vê perdida foram as mais angustiantes para mim, pois tudo me reportava ao medo que tenho de perder o meu amigo. O filme é simplesmente deslumbrante. Um trabalho impecável. Parabéns!

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