Gavestática 15 – Um Mundo de Clichês

Salve, ratos e traças! Muitas explosões, catástrofes, frases de efeito, macacos brasileiros, gordinhos piadistas e Morgan Freemans! Serão altas confusões e você não pode ficar de fora!

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12 Comentários para “Gavestática 15 – Um Mundo de Clichês”

  1. Anderson disse:

    taveerna no rpg é fogo, quer encontrar alguma coisa procure lá primeiro

  2. Tarta disse:

    Ae Fly vc ainda lembra da música do passáro cobrador do debi loide ? aahaiuhaiuhaiuhaiuhaiuhaiuhaiuha

  3. Flyfish disse:

    Huahuaha Debi & Loide é o melhor filme de comédia do mundo pô!

    Agora uma coisa… Onde que tem Bruce Willis e Schwarzenegger em Os Mercenários??? Não vi nada disso no trailer. o.o’

  4. Gabriel Teixeira disse:

    o fly eu queria saber se ouve algun problema na ediçao do gavestatica por ou sou só eu q nao conseguiu ver o gavestatica inteiro.

    muito obrigado por colocar a analise da viagem de chihiro

    vlw gente

  5. Flyfish disse:

    Acho que eles só devem fazer uma ponta então.

    @Gabriel As vezes esse tipo de coisa pode acontecer durante o download ou no player mesmo. Tenta limpar o cache do seu navegador e depois baixa de novo. Provavelmente vai funcionar! Abraços

  6. Júlia Veras disse:

    Olá, meninos.

    Queria fazer uma colocação a respeito da afirmação sobre Quentin Tarantino e sobre o saber ou não usar o clichê de uma forma geral. Como alguém falou, é preciso fazer uma separação entre aquele que faz uso do clichê em seu sentido literal, desgastado; e aqueles que fazem a ressignificação do clichê.

    Analisando Kill Bill como exemplo, já que ele foi citado, o diretor junta num balaio só uma série de clichês de estilos como faroeste americano e italiano e filmes de kung fu com vários elementos contemporâneos como anime, mangá, videogame, cultura pop em geral, um trilha sonora perfeita e claro, a ultraviolência pela qual é tão conhecido – com direito a sangue jorrando para tudo quanto é lado. Assim, estruturas típicas que já existiam em antigos sistemas – o clichê – misturadas a novos elementos acabam criando estruturas com novos sentidos.

    Ou seja, em alguns casos, o uso das ferramentas do clichê permitem que a arte possa atar as pontas do passado ao presente. Assim, a paródia (falo da bons exemplos, como o próprio “Kill Bill”, que é uma homenagem de Tarantino a vários filmes e diretores que ele admira) pode soar como uma espécie de elogio, já que ao trabalhar com o clichê do estilo em questão, mesmo que em alguns casos de forma irônica, o autor dá a ele uma possibilidade de continuidade. Esse processo se dará à medida que o autor irá misturar elementos deste estilo com outros do presente. Cria-se, embora com bases fincadas no passado, um produto novo, cheio de sentidos renovados, justamente por ser reelaborado e compreendido em uma outra conjuntura.

    Beijos a todos!!

  7. Fábio Nazaré disse:

    A Júlia tem que particpar de algum dos futuros programas, hehe!

  8. gabriel teixeira disse:

    o fly vlw pela dica, pq nao era só o gavestatica q eu nao escutava.

    ps: ja viu q todo filme e jogo sempre tem a batalha do herois contra o vilao ?

    coisa meio chata dependendo do filme

    flo pessoal, a gostei do gavestatica de cliches.

  9. Ricardo Medeiros disse:

    Pow vei, Comando Para Matar é o filme da minha infância powww! Shwazza é o maiorrr!!!

  10. Aline disse:

    Olá!

    Ótimo, realmente um programa sobre clichês não pode deixar de começar sem o clichê de apresentação do JN. Nos erros do final ficou parecendo que não foi algo intencional, mas ficou muito engraçado. Quando entrou a música eu fiquei “WTF?!”, mas depois comecei a rir.

    Senti falta de falar de alguns clichês de roteiro de filme como:
    – adulto que por certo período de tempo volta a ser criança, ou que por certo período de tempo tem que ser pai/mãe de criança
    – mãe e filha que por determinado período de tempo (um dia ou uma semana) trocam de corpo (sem mencionar a variação marido e mulher brasileira do Tony Ramos e Glória Pires)
    – homem que tem que se disfarçar de mulher
    – animais que são excepcionalmente bons em algum esporte (ignorando todas as regras de jogo que especificam que todos os jogadores precisam ser seres humanos)

    Ou então os ‘plot-twist’ para resolver os problemas da história através do amor:
    – beijo do amor para trazer de volta à vida
    – lágrimas de amor pra curar determinada pessoa
    – sacrifício/prova de amor para quebrar maldição

    Esses clichês são aqueles que para mim estragam uma história. Não tem modo de trabalhá-los para que se possa gostar do filme/livro, quando vejo eu simplesmente perco o interesse, me descepciono.

    Porém, tem enredos que são recheados ou se apóiam totalmente nos clichês com certa classe, estes eu não consigo parar de ver. Aí entra ‘Kill Bill’ e ‘School Rumble’ que são minhas fontes-mor de clichê e que adoro de coração.

    Enfim… outro ótimo programa, onde fiquei conhecendo enredos de filmes que ignorava que existiam, e sendo alertada para outros que já tinha ouvido falar mas não sabia qual o nível de galhofa dos mesmos. Como sempre, Gavestática altamente informativo e divertido. ^^

    Beijos para todos.
    =***

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