Gavestática 04 – Situações Constrangedoras

Salve salve ratos e traças! Estamos aqui apresentando o nosso quarto programa!

Falaremos hoje sobre aquelas coisas que queremos esquecer. As gafes e micos dos engavetados! Aproveitamos a oportunidade para agradecer ao pessoal do Lag Mental pela ajuda na divulgação do Gavestática!

Entre na sala, pegue um café e participe da conversa mandando um e-mail para: engavetados@gmail.com

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Tamanho: 14,5 mb
Duração:
31:45
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Livro: Dias Contados – Contos Sobre o Fim do Mundo

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20 Comentários para “Gavestática 04 – Situações Constrangedoras”

  1. Cabral disse:

    Salve Salve senhores e senhora da gaveta!!
    Gostaria de relatar sobre o conto da vaca morta no quartel da cidade do bundinha (AIKEN).

    O soldado Motta daquele ano, avistou um vulto movendo o mato alto na parte de tras do quartel, procedeu entao o treinamento dizendo…
    “Identifique-se”
    sem resposta..
    “identifique-se”
    Nisso ele avista um olho vermelho no meio do mato, provavelmente uma refração da pouca luz que havia no olho do animal, ele acertou 3 tiros na cabeça. Depois de pagarem a vaca fizeram um churrasco e tudo ficou bem.

  2. Flyfish disse:

    Bem lembrado! Outra coisa constrangedora: ser chamado pelos amigos de “bundinha”!!!

  3. Cabral disse:

    Hauehuahuaehuaeh, esse é o tipo de coisa que nao se escolhe, é mais como um karma.

  4. Raphael Redfield disse:

    Huahauhaa esse podcast foi totalmente uma palhaçado…estranho quando conheci a VI ela parecia uma moça normal…rs…acho que depois que ela conheceu o Fly que as coisas mudaram…hauahuahuaha

    Vlw por terem indicado o livro =D

  5. Evilzin disse:

    Ferrero Roucher, ROSQUINHAS!!!

    EU RÍ ALTO!!! hduahduahudahud

  6. Ferdinando disse:

    eu juro por deus que eu acreditava piamente, que o Aiken contaria umas histórias minhas. me senti frustrado ao saber que ele esqueceu-se das faltas de ar que tais histórias nos causaram a todos.

  7. Ferdinando disse:

    esqueci de falar! eu criei este apelido pro AIken, e hj ele tem um mais bunitinho ainda

    não é “bubu”?

  8. Cabral disse:

    Espera um pouco Ferdinando, apesar dessa area ser para comentar sobre o podcast, isso requer um pouco de atençao.

    COMO É QUE É?? “BUBU” AGORA SIM TA FICANDO MUITO CONSTRANGEDOR. EXPLICA A ORIGEM EXATA DO APELIDO, APESAR DE SABERMOS O REAL MOTIVO.

    Mas faz cinco minutos que eu to rindo.

  9. Flyfish disse:

    Bubu??? Nossa, em pensar que eu conheci o Diogo como o “Aiken Frost”, o Senhor do ódio, da tirania, da tortura e derivados…

    *DECEPCIONADO*

    Mas ainda achando graça! Hauhauha

  10. Aiken Frost disse:

    Eu ainda sou o Senhor do ódio, da tirania, da tortura e derivados, o problema é que tem gente que já está abusando da boa vontade…

  11. Cabral disse:

    *MEDO*

    Sério….

  12. Manu Agra disse:

    RI ALTOOO… kkkkkkkk

  13. PoLLaR disse:

    Muito bom o podcast, ótimo para dar umas risadas aqui no maldito trabalho.

    Quanto à questão dos brasileiros no Japão, eu lembro de ter ficado chocado quando a minha sogra contou a mesma coisa. Era muita humilhação mesmo.

    Continuem com o bom trabalho. []

  14. Cabral disse:

    Conheci um cara aqui na cidade, que na sua primeira viagem ao Japão foi comprar mangás para melhorar seu japones.
    Ao pagar, notou que a balconista deu um leve sorriso, ao sair e conferir os mangás, viu que eram hentais….

  15. Ferdinando disse:

    de toda forma, mesmo o aiken com toda essa pose de tirania, odio, tortura e derivados, ele é uma pessoa sensivel

    né não bubu?

  16. gabriel teixeira disse:

    o pior fui eu q cai subindo a escada rolante

  17. Flyfish disse:

    Escada rolante me faz lembrar que tem uma no aeroporto daqui que és esquisita. Ela só funciona quando você pisa nela. Só que ela só sobe. Ou seja, quando alguém vai inventar de descer por ela, a maldia começa a ir no sentido contrário.

    Já vi muitas situações ridículas, uma criança caiu e um outro maluco tentou descer com ela indo ao contrário mesmo. Hahaha

  18. Manu disse:

    Eita Diego, vou me lembrar disso qd for ao aeroporto :s

    kkkkkk

  19. gabriel teixeira disse:

    putz,outro dia eu fui busca meu pai no aeroporto quando vi um velinho de muleta subindo essa escada.

    quando derrepente ele poem a muleta antes dos pés, a escada começou a se movimentar e ele caiu de cara na escada rolante.

    o velhino foi levado deitado pela escada rolante.

    o pior foi que eu tava atras dele e pq eu ri muito ele falo q eu empurrei ele.

    só sei q desse dia em diante eu nunca mais fui pegar meu pai dentro do aeroporto.

  20. Aline disse:

    Olá!

    Incrivelmente hilário! Realmente os Gavestáticas de histórias e temas engraçados do cotidiano são os melhores!
    Já começa fazendo rir na apresentação, vocês guris são muito corneteiros, ficam pegando no pé da Vivi só porque ela esqueceu de si própria. Isso já aconteceu com muita gente (leia-se ‘eu’) por aí.

    Os xavecos do Evilzin são coisas que não têm preço! Se alguém chega com um papo desses eu tenho um ataque de riso, isso sim. É tão zuado que não dá pra entender como alguém pode pensar que a história do ‘peidaram aqui’ pode dar certo.

    Sobre quedas eu presenciei ontem uma situação constrangedora que eu fiquei com vergonha pela pessoa. Estavam duas mulheres caminhando por um gramado próximo de uma praça e uma delas de repente caiu da forma mais estabanada possível, com direito a pernas pro ar, cara na grama e tudo mais. Eu estava passando de moto e não pude ver direito o que foi que houve, se ela pisou num buraco oculto no meio da grama ou qualquer coisa. Era justamente no horário de hush, quando todo mundo tava voltando do trabalho pra casa, então tinha gente na rua, na praça, na calçada, passando de bicicleta e tudo mais. Fiquei dividida entre a dó da mulher pela vergonha de todo mundo ter visto e um acesso de riso por causa do jeito doido que ela caiu. Na dúvida acabei rindo e me lembrando das histórias de queda da Vivi desse Gavestática.

    Me identifiquei muito com o TOC dos rapazes sobre calçadas brancas/pretas. Pra mim é algo tão natural que nem noto quando começo, de repente eu vejo e meus pés instintivamente buscam os quadrados de uma cor somente. Também tem uma versão mais geral pra isso no que se refere a calçadas com lajotas, sempre que ando procuro colocar o pé todo no centro de cada lajota. Isso dá um problema do caramba, pois dependendo do tamanho meus passos tem que ser enormes e eu ando toda esquisita. Mas parece tão errado se eu não fizer que simplesmente ignoro o mico e continuo alimentando a obssessão.

    Senti falta somente daquelas situações constrangedoras de quando alguém perto de você (na maioria das vezes atrás de você na fila ou quem está olhando na sua direção) começa a fazer perguntas do tipo “Faz tempo que você chegou?” ou “O que você vai fazer?” e aí quando respondemos a pessoa diz “Não, não é contigo.” E aponta pra alguém atrás de nós ou mesmo mostra o fone do bluetooth pra indicar que está no celular. Nossa, dá uma vergonha! E depois dá uma raiva da pessoa. Por que essa gente tem que ficar falando alto perto dos outros ou olhando pra gente se não é conosco que estão falando? Não sabem como é constrangedor passar por isso?

    Enfim, muito bom esse Gavestática. É meu favorito até o momento. Espero pelos próximos de assuntos cotidianos, vocês têm histórias muito engraçadas.

    Beijos para todos.
    =*

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