O Chamado de Cthulhu – Parte 1

cc1Senhoras e senhores, preparem-se para o Horror! Sim, com “H” maiúsculo, pois eu, Aiken Frost, trago para vocês hoje a primeira de três partes de um dos maiores clássicos da literatura aterrorizante de Howard Phillips Lovecraft.

O Chamado de Cthulhu relata de forma assustadora a descoberta que um homem faz sobre o mais famoso Deus Antigo da Mitologia Cthulhiana e todo o horror que isso traz para as mentes sãs que tem a infelicidade de se encontrar com tão grotesca realidade. Agora você pergunta: “Mas porque tantos adjetivos negativos? Essa história é tão assustadora assim?”

Bem, meu caro, isso você mesmo terá que descobrir… Se tiverem coragem. Terça que vem, a segunda parte desse terrível conto, aqui, no Histórias de uma Gaveta!

O Chamado de Cthulhu

H. P. Lovecraft

I. O HORROR NA ARGILA

A coisa mais misericordiosa do mundo, creio eu, é a incapacidade da mente humana em correlacionar todo o seu conteúdo. Vivemos numa plácida ilha de ignorância em meio a negros mares de infinito, e não está escrito pela Providência que devemos viajar longe. As ciências, cada uma progredindo em sua própria direção, têm até agora nos causado pouco dano; mas um dia a junção do conhecimento dissociado abrirá visões tão terríveis da realidade e de nossa apavorante situação nela, que provavelmente ficaremos loucos por causa dessa revelação ou fugiremos dessa luz mortal rumo à paz e à segurança de uma nova Idade das Trevas.

Os teosofistas fizeram conjecturas sobre a apavorante imensidão do ciclo cósmico, do qual nosso mundo e a raça humana constituem meros incidentes transitórios. Eles aludiram a estranhas sobrevivências em termos que congelariam o nosso sangue se não fossem mascarados por ameno otimismo. Mas! não foi deles que veio o vislumbre das eras proibidas que me arrepiam quando nelas penso e me enlouquecem quando com elas sonho; esse vislumbre, como todos os pavorosos vislumbres da verdade, cintilou quando juntei duas peças separadas no caso, uma velha notícia de jornal e as anotações de um professor já falecido. Espero que ninguém mais venha a fazer essa junção; com certeza, se eu viver, nunca fornecerei voluntariamente elo algum de tão nefasta cadeia. Acho que o professor também pretendia guardar segredo sobre a parte que ele conhecia, e que teria destruído suas anotações se a morte súbita não o tivesse levado antes.

Meu conhecimento da coisa começou no inverno de 1926 a 1927 com a morte do meu tio-avô, George Gamell Angell, professor emérito de línguas semíticas da Universidade Brown, em Providence, Rhode Island. O professor Angell gozava de grande renome como autoridade em inscrições antigas e a ele recorriam com freqüência diretores de importantes museus, de modo que seu falecimento, aos noventa e dois anos de idade, deve ser lembrado por muitos. A nível local, esse interesse foi intensificado pela obscuridade da causa mortes. O professor retornava do navio de Newport quando caiu de repente, segundo testemunhas, após ter sido empurrado por um negro com jeito de marinheiro, saído de um dos suspeitos e escuros pátios na encosta íngreme que formava um atalho entre o cais e a casa do finado na rua Williams. Os médicos foram incapazes de achar qualquer distúrbio visível, mas concluíram, após perplexa discussão, que alguma obscura lesão cardíaca, agravada pela subida brusca de tão íngreme colina por tão idoso homem, fora responsável pelo óbito. Naquela época não vi motivo algum para discordar desse diagnóstico, mas ultimamente sinto-me inclinado a questionar e mais do que questionar.

Como herdeiro e executor do meu tio-avô, que morrera viúvo e sem filhos, esperava-se que eu examinasse seus papéis cuidadosamente, e com esse propósito levei todos os seus arquivos e caixas para minha residência em Boston. Grande parte do material que organizei será publicado mais tarde pela Sociedade Arqueológica Americana, mas havia uma caixa que eu achei extremamente enigmática e que me senti um tanto avesso a mostrá-la a outros olhos. Havia sido fechada com cadeado e não encontrei a chave até que me ocorreu examinar o chaveiro pessoal que o professor levava sempre no bolso. Consegui, de fato, abri-la, mas então pareceu-me que foi só para dar de cara com outro segredo ainda maior e mais impermeável. Pois qual poderia ser o significado do estranho baixo-relevo de argila e das esparsas anotações, comentários e recortes que achei? Teria o meu tio, nos últimos anos de vida, se tornado crédulo das mais superficiais imposturas? Resolvi que procuraria o excêntrico escultor responsável por essa aparente perturbação da paz de espírito de um velho.

O baixo-relevo era um tosco retângulo com menos de dois dedos de espessura e uns doze a quinze centímetros de comprimento, obviamente de origem moderna. O seu desenho, contudo, nada tinha de moderno na atmosfera e no que sugeria; pois, embora os caprichos do cubismo e do futurismo sejam muitos e desvairados, não reproduzem com freqüência aquela regularidade críptica que se insinua na escrita pré-histórica. E a maior parte daqueles desenhos com certeza parecia algum tipo de escrita, ainda que a minha memória, bastante familiarizada com os papéis e coleções do meu tio, não conseguisse identificá-la ou sequer suspeitar de suas afiliações mais remotas.

Acima desses hieróglifos aparentes havia uma figura de evidente intenção pictórica, embora sua execução impressionista impedisse uma idéia muito clara de sua natureza. Parecia um tipo de monstro, ou de símbolo representando um monstro, cuja forma só uma mente doentia poderia conceber. Se eu disser que minha algo extravagante imaginação lhe atribuía ao mesmo tempo os traços de um polvo, de um dragão e de uma caricatura humana, não estarei sendo infiel ao espírito da coisa. Uma cabeça polpuda e tentaculada encimava um corpo grotesco e escamoso dotado de asas rudimentares; mas era o contorno geral do todo que chocava. Atrás da figura havia uma vaga sugestão de cenário de arquitetura ciclópica.

Essa singularidade era acompanhada, além de uma pilha de recortes de jornal, por escritos com a caligrafia mais recente do professor Angell, sem qualquer pretensão a estilo literário. O que parecia ser o documento principal tinha por título “CULTO DE CTHULHU” em letras de fôrma, para evitar a leitura incorreta de palavra tão inaudita. Esse manuscrito estava dividido em duas seções, a primeira das quais intitulada “1925 – Sonho e Interpretação do Sonho de H. A. Wilcox, Rua Thomas, 7, Providence, R. L”, e a segunda, “Narrativa do Inspetor John R. Lagrasse, Rua Bienville, 121, Nova Orleans, La., na reunião de 1908 da S. A. A. – Notas do Mesmo, & Relato do Prof. Webb”. Todos os demais manuscritos eram notas breves, sendo algumas delas relatos de sonhos esquisitos de diferentes pessoas, citações de livros e revistas teosóficas (principalmente de A Atlântlda e a Perdida Lemúria de W. Scott-Elliott) ou ainda comentários sobre antiquíssimos e ainda remanescentes sociedades secretas e cultos proibidos, com referências a trechos de compêndios de mitologia e antropologia tais como O Ramo de Ouro, de James G. Frazer, e Culto às Bruxas na Europa Ocidental, de Miss Murray. Os recortes referiam-se basicamente a doenças mentais raras e surtos de alucinações coletivas na primavera de 1925.

A primeira metade do manuscrito principal narrava uma estória muito peculiar. Aparentemente no dia 1 ° de março de 1925, um moço magro, moreno, de aspecto neurótico e excitado, visitou o professor Angell trazendo consigo o singular baixorelevo de argila, que estava então recente e úmido. Seu cartão trazia o nome de Henry Anthony Wilcox e meu tio reconhecera-o como o filho mais novo de uma excelente família que ele conhecia superficialmente, e que estivera estudando escultura na Escola de Desenho de Rhode Island e vivendo sozinho no edifício Fleur-de-Lys perto daquela instituição. Wilcox era um jovem precoce de reconhecido talento porém grande excentricidade, e desde a infância despertara atenção devido às estórias esdrúxulas e aos sonhos bizarros que tinha o hábito de contar. Ele chamava a si mesmo de “psiquicamente hipersensível”, mas a gente convencional da antiga cidade comercial considerava-o apenas “esquisitão”. Sem nunca se misturar muito com os seus, gradualmente afastara-se do convívio social e só era conhecido de um pequeno grupo de estetas de outras cidades. Mesmo o Clube de Arte de Providence, ansioso por preservar seu conservadorismo, desistira de tê-lo entre seus membros.

Na ocasião da visita, continuava o manuscrito do professor, o escultor pediu abruptamente a assistência do conhecimento arqueológico de seu anfitrião para identificar os hieróglifos do baixo-relevo. Falava de um jeito sonhador e afetado que denotava pose e alienação; e foi com certa rispidez que meu tio respondeu-lhe, pois a notória frescura do tablete indicava relação com tudo menos com arqueologia. A réplica do jovem Wilcox, que impressionou meu tio o bastante para que este a recordasse e a registrasse textualmente, foi feita num tom fantasticamente poético que deve ter caracterizado toda a sua conversa e que desde então verifiquei ser bem próprio dele; ele disse: “Realmente é novo, pois o fiz na noite passada durante um sonho que tive com cidades estranhas; e sonhos são mais antigos do que a cismarenta Tiro, a contemplativa Esfinge ou a Babilônia dos jardins suspensos.”

Foi então que ele começou a narrativa desconexa que subitamente despertou uma memória adormecida e conquistou o interesse febril do meu tio. Um leve tremor de terra ocorrera na noite anterior, o mais intenso registrado na Nova Inglaterra em anos, e afetara vivamente a imaginação de Wilcox. Este, ao se recolher, tivera um sonho sem precedentes, com grandes cidades ciclópicas de blocos titânicos e monólitos que alcançavam o céu, todos gotejando lodo verde e impregnados de horror latente. Hieróglifos cobriam as paredes e colunas, e de algum ponto indeterminado, abaixo, vinha uma voz que não era uma voz, e sim uma sensação caótica que só a fantasia poderia transmudar em som, mas que ele tentou traduzir num amontoado quase impronunciável de letras: “Cthulhu fhtagn “.

Essa mixórdia verbal foi a chave para a lembrança que excitou e perturbou o professor Angell. Ele interrogou o escultor com minúcia científica e estudou com intensidade quase frenética o baixo-relevo no qual o rapaz se encontrara trabalhando, enregelado e apenas com suas roupas de dormir, quando acordou, atônito. Meu tio culpou sua velhice, Wilcox disse depois, por sua demora em reconhecer tanto os hieróglifos quanto o desenho pictórico. Muitas das perguntas dele pareceram altamente despropositadas ao visitante, especialmente as que tentavam relacionar a figura com cultos ou sociedades estranhas; e Wilcox não pôde compreender as repetidas promessas de silêncio que recebeu em troca de sua confissão de ser membro de alguma difundida irmandade mística ou pagã. Quando o professor Angell se convenceu de que o escultor realmente desconhecia qualquer culto ou sistema de ciência oculta, assediou seu visitante com pedidos de que viesse relatar-lhe futuramente os sonhos que voltasse a ter. Isso deu frutos regulares, pois após a primeira entrevista o manuscrito registra visitas diárias do rapaz, durante as quais ele narrava fragmentos surpreendentes de sua imagística
noturna, centrada sempre num assustador panorama ciclópico de megalitos escuros e gotejantes, com uma voz ou inteligência subterrânea clamando monotonamente em enigmáticos impactos sensórios. Os dois sons mais freqüentemente repetidos eram aqueles traduzidos pelas letras ” Cthulhu ” e “R’lyeh “.

No dia 23 de março, continuava o manuscrito, Wilcox não apareceu; em sua residência informaram que ele havia sido acometido por uma espécie desconhecida de febre e levado para a casa de sua família na rua Waterman. Havia gritado à noite, acordando vários outros artistas do prédio, e manifestara desde então apenas alternações de inconsciência e delírio. Meu tio telefonou imediatamente para a família, e a partir daí acompanhou o caso de perto, indo muitas vezes ao consultório do Dr. Tobey, o médico encarregado, na Rua Thayer. A mente febril do rapaz aparentemente ocupava-se de coisas estranhíssimas, e o doutor de vez em quando estremecia ao falar delas. Essas coisas não somente repetiam o que ele sonhara antes, mas também incluíam uma coisa gigantesca “com milhas de altura” que caminhava ou se movia. Em nenhum momento descrevera o objeto, mas ocasionais palavras frenéticas, conforme repetidas pelo Dr. Tobey, convenceram o professor de que devia tratar-se da inominável monstruosidade que Wilcox procurara representar em sua escultura do sono. Referências a esse objeto, acrescentou o doutor, eram invariavelmente prelúdio à queda do rapaz na letargia. Sua temperatura, curiosamente, não estava muito acima da normal; mas todo o seu estado parecia indicar antes febre do que perturbação mental.

No dia 2 de abril, por volta das 3 da tarde, todos os sinais da enfermidade de Wilcox desapareceram subitamente. Sentou-se empertigado na cama, atônito por encontrar-se em casa e ignorando completamente o que acontecera em sonho ou realidade desde a noite de 22 de março. Tendo recebido alta do médico, voltou para o seu alojamento três dias depois; porém não foi mais de nenhuma serventia para o professor Angell. Todos os vestígios de sonhos bizarros haviam desaparecido com a convalescença, e meu tio não registrou mais seus sonhos após uma semana de relatos inúteis e irrelevantes de visões absolutamente normais.

Neste ponto terminava a primeira parte do manuscrito, mas referências a algumas das anotações dispersas deram-me muito o que pensar, tanto, na verdade, que somente o enraizado ceticismo que então constituía minha filosofia pode explicar o fato de que eu continuava duvidando do artista. As anotações em questão eram aquelas que descreviam os sonhos de várias pessoas durante o mesmo período em que o jovem Wilcox tivera as suas estranhas visões. Meu tio, ao que parece, havia rapidamente organizado um esquema prodigiosamente amplo de investigação entre quase todos os amigos que podia interrogar sem impertinência, pedindo-lhes relatos de seus sonhos de todas as noites e datas de quaisquer visões incomuns a partir de certo dia. A receptividade ao seu pedido parece ter variado; mas ele deve ter recebido, no mínimo, mais respostas do que um homem normal poderia dar conta sem uma secretária. Essa correspondência original não foi preservada, porém suas anotações constituíam um resumo abrangente e realmente significativo dela. As pessoas comuns da sociedade e do mundo dos negócios o tradicional “sal da terra” da Nova Inglaterra – deram um resultado quase completamente negativo, embora casos esparsos de impressões noturnas desagradáveis mas indefinidas apareçam aqui e ali, sempre entre 23 de março e 2 de abril – o período de delírio do jovem Wilcox. Os homens de ciência não foram afetados em grau muito maior, apesar de quatro casos de descrição vaga sugerirem vislumbres fugazes de paisagens estrambóticas, e de um caso mencionar certo pavor de algo anormal.

Foi dos artistas e poetas que as respostas pertinentes vieram, e tenho certeza de que o pânico teria se instaurado se eles tivessem podido comparar as anotações. Como eu não tinha as cartas originais, meio que suspeitei que o compilador houvesse feito perguntas tendenciosas ou organizado a correspondência em concordância com o que ele havia latentemente resolvido ver. Por essa razão continuei a achar que Wilcox, tendo tomado conhecimento das informações que o meu tio possuía, estivera pregando uma peça no veterano cientista. Essas respostas de estetas contavam uma história perturbadora. Entre 28 de fevereiro e 2 de abril uma grande proporção deles havia sonhado com coisas bizarras, sonhos cuja intensidade era incomensuravelmente maior durante o período do delírio do escultor. Cerca de um quarto das respostas falava de cenas e de sons que nada diferiam dos que Wilcox descrevera, e alguns desses sonhadores confessaram um medo agudo da coisa gigantesca e inominável visível no final. Um dos casos, que a anotação descreve com particular ênfase, era seríssimo. O indivíduo em questão, um arquiteto de grande renome, inclinado à teosofia e ao ocultismo, foi acometido de loucura violenta na data da crise do jovem Wilcox, e expirou vários meses mais tarde após gritar incessantemente que o salvassem das garras de uma besta que escapara do inferno. Se o meu tio tivesse se referido a esses casos por nome e não apenas por número, eu teria tentado obter alguma corroboração e feito alguma investigação pessoal; do jeito que estava, consegui localizar somente uns poucos missivistas. Todos estes, no entanto, confirmaram as anotações plenamente. Muitas vezes tenho me perguntado se todas as pessoas interrogadas pelo professor se sentiram tão perplexas quanto aquele grupo.
Sorte deles nunca terem recebido explicação nenhuma.

Os recortes de jornal, como já disse, mencionavam casos de pânico, manias e excentricidades ocorridos durante o período em questão. O professor Angell deve ter empregado um escritório especializado na coleta de recortes, pois o número de artigos era tremendo, e as fontes espalhavam-se por todo o planeta. Um recorte falava de um suicídio noturno em Londres, onde um sonâmbulo pulara de uma janela após um grito lancinante. Outro consistia numa carta desconexa ao editor de um jornal na América do Sul, em que um fanático, baseado em visões que tivera, predizia um futuro calamitoso. Um despacho da Califórnia descrevia uma colônia de teosofistas envergando em massa túnicas brancas à espera de certo “glorioso advento” que nunca chegava, ao passo que notícias da índia falavam reservadamente sobre graves tumultos nativos por volta do fim de março. Orgias de vodu multiplicaram-se no Haiti e postos avançados na África reportaram murmúrios agourentos. Oficiais norte-americanos nas Filipinas encontraram hostilidade por parte de certas tribos nessa época e policiais de Nova Iorque foram atacados por multidões de levantinos histéricos na noite de 22 para 23 de março. O oeste da Irlanda também foi infestado de rumores inacreditáveis e lendas, e um pintor fantástico chamado Ardois-Bonnot exibiu um delirante quadro  intitulado Paísagem Onírica no salão de primavera de Paris de 1926.E tão numerosos são os tumultos registrados em hospícios que só por milagre a fraternidade médica deixou de notar estranhos paralelismos e tirar conclusões mistificadas. Em suma, um surpreendente punhado de recortes, e é com assombro que me lembro hoje do empedernido racionalismo com que os pus de lado. Mas eu estava então convencido de que o jovem Wilcox tivera conhecimento dos assuntos antigos mencionados pelo professor.

Para ir para a parte 2, clique na imagem abaixo:

cc2

Deixe um comentário, ou trackback para o seu site.

Sem comentários ainda para “O Chamado de Cthulhu – Parte 1”

  1. Raphael Redfield disse:

    Eu conhecia o Tchulu ai XD Como o Antigo Deus da Shayera e do povo gavião ( vide liga da justiça ).
    Mas hoje em dia tem referência em tudo.
    Viva o Deus Polvo do mal o/

    Ps: Fly faltou na gaveta a bolacha de morango da Vi..rs

  2. Flyfish disse:

    O Chacrulho ainda será lembrado outras vezes por aqui… ;p

    @Raphael:
    A bolacha está lá, no fundo da gaveta. Tente inclinar seu monitor e verá. =]

  3. Aiken Frost disse:

    Rapaz, referências à Cthulhu e ao Mythos é uma das coisas mais recorrentes na cultura pop de hoje em dia. Pouca gente sabe de fato o que é, mas quando se depara com a história verdadeira, sempre fica com aquela sensação de “conheço isso de algum lugar…”, o que deixa os contos muito mais assustadores.

  4. Evilzin disse:

    É impressionante a quantidade de relações com a cultura moderna nesse conto.

    @Aiken – Não foi o próprio Ardois-Bonnot que fez um desenho de Cthulhu?

  5. Rafael disse:

    Opa.. Cthulhu é bem legal. Li o conto e escrevi sobre ele aqui: http://fantasticocenario.wordpress.com/2010/01/21/o-chamado-de-cthulhu/ dá uma lida e comenta o que achou. Abraço!

Comenta aí, traça!

Powered by WordPress | Free T-Mobile phones at BestInCellPhones.com. | Thanks to Verizon Wireless, Facebook Games and The diet solution